Finalmente, no ano passado achei no mercado o feijão fradinho. E, como é fácil de fazer, aprendi logo com minha mãe. Segue abaixo a receita:
Ingredientes:
250 g de feijão fradinho
1 cebola grande
camarão seco (batido no liquidificador)
2 a 3 colheres de sopa azeite de Dendê
sal à gosto
OBS: Se tiver em casa você pode acrescentar amendoim e castanha conforme ensinei na postagem de dicas sobre comida baiana.
Preparo:
Coloque na panela de pressão um pouco de água, o feijão e um pouco de sal. A partir do barulho da pressão deixe por mais 10 a 15 minutos. O feijão deverá ficar meio mole, mas não está no pronto ainda.
No liquidificador, bata a cebola com um pouquinho de água. Depois coloque essa mistura na panela de pressão junto com o camarão seco e o dendê. Leve de novo ao fogo até amolecer o feijão. Verifique o sal.
Trocando idéias
Escolhi um caminho na vida, que me levou a descobrir o prazer em atividades que sempre neguei fazer como cozinhar e costurar. Além disso agora sou mãe e essa palavra passou a ter um novo significado para mim. Nesse espaço pretendo compartilhar experiências e idéias pelas quais tenho passado.
Viver é experimentar, é mudar, é aprender com paciência e, aos poucos, conquistar uma modesta sabedoria.
Viver é experimentar, é mudar, é aprender com paciência e, aos poucos, conquistar uma modesta sabedoria.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Moqueca de Peixe com camarão
Ingredientes:
1 bandeja de filé ou posta de peixe ;
1 bandeja de camarão;
1 garrafinha de leite de coco ( ou 1 coco seco pequeno)
Tempero completo ou de alho e sal
1 limão
1 cebola, 1 tomate e 1/2 pimentão fatiado em rodelas
tempero verde (cebolinha picada, coentro ou salsinha)
2 colheres de sopa de azeite de dendê
Modo de preparo:
Lave o peixe com água e limão e escorra;
Faça o mesmo com o camarão e reserve;
Tempere com alho e sal, ou o tempero completo;
Coloque o leite de coco numa panela ( encha a garrafinha de água e acrescente na panela);
Espalhe na panela as rodelas de cebola, tomate e pimentão. Acrescente o azeite de dendê e leve ao fogo para cozinhar; Quando amolecer os temperos, arrume o peixe e com uma colher vá trazendo os temperos com o caldo para cima do peixe; O peixe estando quase cozido, acrescente o camarão e deixe cozinhar por mais uns 5 minutos ou até estar à seu gosto. Para finalizar coloque o tempero verde, mas às vezes coloco antes mesmo e não tem problema.
OBS: Muitos ingredientes podem fazer parte de uma moqueca, vai de acordo ao seu paladar.
Pode fazer a moqueca só de peixe, ou só de camarão, ou ainda, acrescentar batata cortada em cubos, ou chuchu em cubos (neste caso pode cozinhar o legume separado, mas se colocar junto com os temperos, ficar atento para acrescentar o peixe quando o legume já estiver quase no ponto.
Outra sugestão é fazer moqueca de repolho com ovos - fatia meio repolho e aferventa um pouco. Depois segue os mesmos passos do leite de coco e temperos. Pode colocar um pouco de camarão seco. E quando o repolho estiver quase cozido coloca os 2 a 3 ovos para cozinhar. Verifique o sal.
Outra opção é usar no lugar do repolho o maxixe.
1 bandeja de filé ou posta de peixe ;
1 bandeja de camarão;
1 garrafinha de leite de coco ( ou 1 coco seco pequeno)
Tempero completo ou de alho e sal
1 limão
1 cebola, 1 tomate e 1/2 pimentão fatiado em rodelas
tempero verde (cebolinha picada, coentro ou salsinha)
2 colheres de sopa de azeite de dendê
Modo de preparo:
Lave o peixe com água e limão e escorra;
Faça o mesmo com o camarão e reserve;
Tempere com alho e sal, ou o tempero completo;
Coloque o leite de coco numa panela ( encha a garrafinha de água e acrescente na panela);
Espalhe na panela as rodelas de cebola, tomate e pimentão. Acrescente o azeite de dendê e leve ao fogo para cozinhar; Quando amolecer os temperos, arrume o peixe e com uma colher vá trazendo os temperos com o caldo para cima do peixe; O peixe estando quase cozido, acrescente o camarão e deixe cozinhar por mais uns 5 minutos ou até estar à seu gosto. Para finalizar coloque o tempero verde, mas às vezes coloco antes mesmo e não tem problema.
OBS: Muitos ingredientes podem fazer parte de uma moqueca, vai de acordo ao seu paladar.
Pode fazer a moqueca só de peixe, ou só de camarão, ou ainda, acrescentar batata cortada em cubos, ou chuchu em cubos (neste caso pode cozinhar o legume separado, mas se colocar junto com os temperos, ficar atento para acrescentar o peixe quando o legume já estiver quase no ponto.
Outra sugestão é fazer moqueca de repolho com ovos - fatia meio repolho e aferventa um pouco. Depois segue os mesmos passos do leite de coco e temperos. Pode colocar um pouco de camarão seco. E quando o repolho estiver quase cozido coloca os 2 a 3 ovos para cozinhar. Verifique o sal.
Outra opção é usar no lugar do repolho o maxixe.
Marcadores:
Comida Baiana,
Culinária
Novidades em feltro - Toalha de Mesa
Caminhos de mesa bordado em feltro. Diversos modelos e tamanhos de acordo ao desejo do cliente. Esses são apenas algumas encomendas para o Natal de 2012.
Comida Baiana - Algumas dicas
Vamos recordar que sou uma mera aprendiz de cozinheira, sem grandes paixões pelo fogão. Só aprendo a fazer comidas que sejam práticas e rápidas de fazer. Morria de saudade dos sabores da minha terrinha, mas, JAMAIS, me vi fazendo comida baiana. Achava que dava muito trabalho, até um dia conversar com minha mãe sobre o assunto e descobri que não é tão difícil, desde que algumas etapas sejam antecipadas.
Alguns ingredientes são imprescindíveis para a culinária baiana:
1) Leite de coco - é preciso bater o coco no liquidificador e espremer para tirar o leite. Como não acho nada prática essa etapa, eu compro a garrafinha de leite de coco mesmo. De fato, acho que fica mais saborosa a comida com o leite do coco seco, mas....não é minha praia.
2) Castanha e amendoim batido também no liquidificador. Bate bastante até ficar quase bem moidinho, quase uma farinha.Por enquanto eu aproveito quando a mamãezinha vem me visitar e peço para ela carinhosamente bater os ingredientes. Depois é só guardar no congelador.
3) Camarão seco triturado no liquidificador.Aqui em Blumenau, nem em Florianópolis encontrei camarão seco. Então esse tem de vir da Bahia. Até pelo correio meus pais já me enviaram. hehe. Depois guarda no congelador. Aguenta bastante tempo.
4) Farinha de Mandioca - Também trago da Bahia, ou trazem para mim, mas aqui tem farinha, não é igual, mas quebra um belo de um galho.
5) Azeite de Dendê - em todo mercado atualmente vende-se o azeite. Depois que abrir a garrafinha é só guardar na geladeira. Mas ele endurece quando resfriado, então, quando for usá-lo novamente, coloca a garrafa em banho maria para derreter.
Depois é só fazer as receitinhas e hummmmmmmmmmmm, matar a saudade!
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quarta-feira, 1 de maio de 2013
TELHADO DE VIDRO
CUIDADO COM O TELHADO DE VIDRO
Estávamos em mais
um dia de férias, curtindo o sol e o mar, na nossa prainha quase particular em
Balneário Capri, em São Francisco do Sul. Depois que passou a comemoração do
ano novo, a frequência na praia diminuiu drasticamente no meio da semana. Mas
sempre por volta das 10:30 h da manhã, quando o sol resolve finalmente aparecer
de vez, aquecendo e embelezando a natureza, a energia toma conta das pessoas,
dando-lhes alegria e disposição para caminhar até a praia. A extensão da orla é
grande e, como a frequência dos praieiros é pequena, sobra espaço para todos.
Na primeira
sexta-feira de 2012, uma família de descendentes de japoneses, acredito eu,
montou acampamento próximo a minha família. Um casal e mais duas mulheres,
todos já na faixa dos quarenta e uns anos. Enquanto o rapaz colocava os sombreiros
as mulheres estendiam suas toalhas pela areia e, prontamente, começaram a tomar
sol.
Rapidamente esqueci-me
dos novos vizinhos, pois estava lutando internamente entre o desejo de entrar
na água e o receio desta estar gelada. Mas geralmente a paixão pelo mar vence
essa briga. Adoro mergulhar! Não sei nadar, mas sei boiar. Além disso, respeito
muito o mar e seus perigos, como as ondas fortes, lugares fundos, correnteza e
repuxo. Evito tudo isso e nunca tive problemas em me deliciar na praia tomando
um belo banho de mar. Resolvi, então, entrar na água.
Aos poucos fui
molhando o corpo, dando atenção especial à barriga e às costas que parecem ser
mais sensíveis ao contato com a água fria. Terminada essa fase, não tem jeito,
enfiar a cabeça na água e rezar para depois não sentir frio. E foi o que fiz.
Que maravilha! Vencida a etapa dos medos é só curtir a delícia do mar. A maré é
calma e de água transparente. O sol refletindo seu brilho naquele tapete
voluptuoso. Para mim, tomar banho de
mar é revigorante, lava a alma, renova as forças para a vida, levando com as
ondas as impurezas que nos consomem o pensamento......ops. Nem toda impureza é
levada pelas ondas! Algo de venenoso faz parte da nossa genética, com certeza.
Retornei
ao mundo real, quando meus olhos visualizaram meus vizinhos de praia, a família
dos japoneses, que, agora, estavam bem na minha direção, pois, a pouca
correnteza do mar, me levou mais para a esquerda. E, deparo-me com o rapaz iniciando
uma atividade física.
Com
os óculos de natação pendurados no braço como se fosse uma manga vestida, em
vez de uma apresentação de tai chi chuan, presenciei uma aula de alongamento.
Uma preparação primorosa para o nado, que deduzi vir a seguir. Movimentos
lentos esticando um braço, abaixando o braço, levantando o outro braço,
abaixando o outro braço. Tttuuudddooo mmmuuuiiitttooo dddeeevvvaaagggaaarrr.
Dentro
da água eu o observava e ria por dentro, admirada com tanto zelo no exercício e
também muito curiosa para ver se o nado corresponderia a esse cuidado.
Nossa!
Demorou tanto que terminei meu mergulho e voltei à minha toalha estendida ao
sol. Para minha surpresa meu marido logo puxou conversa e, não deu outra, fez a
mesma observação sobre o esmero e a demora do nosso vizinho de praia para
realizar um alongamento. E brincávamos: - Será que vai atravessar até o outro
lado do canal?
Bem,
em algum momento ele teria de parar o exercício nem que fosse para ir embora da
praia. Enfim essa hora chegou e entrou no mar. É, de fato, começou o nadar,
demonstrando ter vasta experiência no ofício. A classe apresentada no
alongamento foi mantida nas braçadas, no bater de pernas e no girar da cabeça.
Classe e calma.
Nadou
e sumiu. Esquecemo-nos do nosso vizinho nadador. Tomei sol, brinquei na areia
com minha filha. De repente, olha quem voltava depois de muitos minutos
passados! Sim, o descendente de japonês. Ficamos mais uma vez admirados, pois
demorou muito para voltar nadando e comentamos que de fato ele tinha muito bom
preparo físico. E ele continuou a nadar na outra direção. Demorou mais uma vez
para voltar. Desta feita parou e voltou a encontrar-se com a família sentada na
areia.
Depois
de muitos comentários, brincadeiras e admirações sobre formas de nadar, foi a
vez agora de o meu querido marido ir tomar banho de mar. Com seu jeito peculiar
de nadar, para não dizer que é, na verdade, desajeitado, começou a bater os braços para trás com as pernas
esticadas para a frente. Eu observava da cadeira a figuraça! De repente seu
rosto mudou de expressão. A fisionomia de alegria mudou para a de dor.
Parou
de nadar e voltou para a areia. Era visível que algo deu errado. Ele confessou,
que foi criticar o alongamento do japa e acabara de dar um jeito no seu braço
justamente por não ter feito o mesmo.
Pois
é, como diz o ditado: “Quem tem telhado de vidro, não joga pedra no telhado do
vizinho.”. E assim, com as boquinhas bem fechadas, voltamos para casa para
cuidar de um braço dolorido.
terça-feira, 17 de abril de 2012
Divulgação do livro O Malabarista
Estou aqui para compartilhar e ajudar a divulgar o livro O Malabarista escrito pelo amigo Alessandro Pithon. Quem foi meu colega do ISBA no 3º ano colegial deve lembrar-se dele.
Tive a felicidade de reencontrá-lo em 2004 para o lançamento do seu primeiro livro Nas Esquinas da Vida. Nossa! Que surpresa! Um livro de crônicas retratando aspectos do seu cotidiano através de uma linguagem simples e, principalmente muito agradável.
E agora, início de 2012, mais uma surpresa, o lançamento do seu segundo livro! Agora um romance, com 335 páginas. Gente.... é muito lindo o conteúdo. Claro que é meu ponto de vista, mas para quem gosta de ler, acredito que concorde comigo.
O Malabarista trata de amizade verdadeira, de amor verdadeiro, de humildade, de mudança de comportamento, mudar para ser uma pessoa melhor e não tem dinheiro que compre isso. EU sorri, me emocionei, me apaixonei, chorei, senti paz. Foi uma leitura que desperta a curiosidade, é envolvente, mas com muita sensibilidade transmitida através de palavras. O Malabarista tem início com o encontro de um jovem e um velho e a partir daí uma linda história (ou talvez mais de uma) passa a ser contada ou sentida.
No entanto, meu amigo é novo nessa carreira de escritor. A concorrência é grande. E este livro está sendo divulgado por ele mesmo. Por isso, resolvi dar uma forcinha por algo que acredito valer a pena. Ler é bom e se tem alguém escrevendo e sonhando em continuar cumprindo com esse papel, ainda mais sendo alguém que eu conheço, que gosto do conteúdo e da maneira como escreve e acredito no potencial, sim, eu quero ajudá-lo a perpetuar esse sonho.
Assim, quem tiver interesse, o livro deve ser solicitado através do seu email: alessandropithon@gmail.com e custa R$ 50,00 (cinquenta reais). Este preço é referente ao livro mais a entrega na sua casa, que pode ser via portador, para quem mora em Salvador -Ba ou por correio para as outras cidades, como eu que resido em Blumenau. Daqui eu fiz uma encomenda para meus pais em Salvador e já no outro dia eles receberam.
Acabei de achar no youtube um video, onde ele fala um pouco da sua experiência ao escrever este livro. Leva 13 minutos, mas para quem quiser conhecê-lo, vale a pena ver. Não consegui anexar ao email, então basta escrever o nome dele (Alessandro Pithon) na busca do youtube que aparece dois vídeos, um referente ao dia do lançamento do livro, mas é o outro vídeo onde aparece seu rosto do lado direito.
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
A primeira Rabanada
Em janeiro de 2012 fiz a minha primeira rabanada ou, como aprendi através da minha mãe, fatia de parida. Sobrou pãozinho francês em casa e resolvi tentar fazer a rabanada. Minha mãe sempre fazia e, pelo que lembro meu irmão gostava mais que eu. Soube ainda que a mãe de meu esposo também fazia para seus filhos. Criei coragem e fui fazer.Na verdade a minha maior dificuldade era a fritura. Nunca fui adepta a fritar nada. Na verdade eu não sabia fritar, tinha receio de não colocar a quantidade certa de óleo, errar a temperatura do óleo, me queimar, fazer muita sujeira no fogão, enfim. Mas aprendi com meu cunhadão Jorge a fritar peixe empanado e mais uma porta na culinária foi aberta em minha vida. hehe
Segue a receita do jeitinho que fiz.
Ingredientes:
2 pães franceses amanhecidos cortados em fatias
2 ovos inteiros batidos com um garfo só para misturar a gema com as claras
leite, o necessário para molhar as fatias
óleo para fritura (no olho, a altura do óleo na frigideira deve ter uns 4 cm)
mistura de açúcar e canela
Preparo:
Depois de uns 5 minutos o óleo já deve estar quente, então pega a fatia de pão molha rapidamente os dois lados no leite, depois nos ovos e coloca para fritar. Quando os dois lados da fatia estiverem moreninhos, retira o pão do óleo e coloca em uma vasilha onde se encontra a mistura do açúcar com canela. Pronto. Faz a mesma coisa até terminar os pães. Depois é só comer.
Segue a receita do jeitinho que fiz.
Ingredientes:
2 pães franceses amanhecidos cortados em fatias
2 ovos inteiros batidos com um garfo só para misturar a gema com as claras
leite, o necessário para molhar as fatias
óleo para fritura (no olho, a altura do óleo na frigideira deve ter uns 4 cm)
mistura de açúcar e canela
Preparo:
Depois de uns 5 minutos o óleo já deve estar quente, então pega a fatia de pão molha rapidamente os dois lados no leite, depois nos ovos e coloca para fritar. Quando os dois lados da fatia estiverem moreninhos, retira o pão do óleo e coloca em uma vasilha onde se encontra a mistura do açúcar com canela. Pronto. Faz a mesma coisa até terminar os pães. Depois é só comer.
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